Pré-lançamento 2026

Evangélicos: ignorantes, pretos, pobres, pardos periféricos ou protagonistas?

A fé cristã não cabe nos rótulos que explicam o Brasil.

Entre ideologias e estereótipos, perdemos a humanidade no debate sobre fé e pobreza. Este livro recupera essa humanidade ao revelar o papel real dos evangélicos e a dignidade dos pobres: a partir da vida como ela é vivida no chão da igreja.

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Capa do livro: Evangélicos — ignorantes, pretos, pobres, pardos periféricos ou protagonistas?
Capa do livro

O que está errado

O problema não é a fé…é a forma como ela tem sido lida.

O debate público sobre os evangélicos e os pobres no Brasil foi moldado mais por ideologias e estereótipos do que por escuta honesta da realidade. O resultado é uma leitura distorcida da fé, da pobreza e da vida que acontece longe dos centros de poder.

01

Uma leitura distorcida sobre os evangélicos

Eles são frequentemente apresentados como massa homogênea, irracional ou manipulável — uma caricatura que ignora histórias, valores, inteligência e responsabilidade presentes nas igrejas locais.

02

A caricatura do pobre

O pobre aparece no discurso público como objeto de tutela, não como sujeito de decisão. Sua fé, sua ética e sua capacidade de agência são reduzidas a instrumentos ideológicos.

03

A distância entre o Brasil real e o Brasil interpretado

Há um abismo entre o que se vive nas periferias, nas famílias e nas igrejas, e o que é dito sobre elas por discursos acadêmicos, midiáticos e políticos.

04

A captura ideológica da fé

A fé cristã é frequentemente usada como ferramenta de disputa — ora romantizada, ora demonizada — perdendo sua densidade espiritual, social e humana.

A proposta

Este livro propõe outra forma de compreender o Brasil.

Diante de leituras rasas, polarizadas e desumanizantes, este livro oferece uma chave diferente. Não para substituir uma ideologia por outra, mas para recuperar aquilo que foi perdido no debate público: a dignidade das pessoas e a complexidade da vida real.

Devolver humanidade ao debate

Aqui, evangélicos e pobres não aparecem como rótulos, estatísticas ou instrumentos de disputa. Aparecem como pessoas reais, com história, fé, ética, contradições e responsabilidade. O debate deixa de ser abstrato e volta a ter rosto.

Reconhecer o vulnerável como agente da própria história

O pobre não é tratado como objeto de tutela ideológica, mas como sujeito de escolhas, práticas e protagonismo. Sua fé não é fuga, mas linguagem de sentido, organização da vida e construção de futuro.

Compreender a vida pública a partir da realidade vivida

Este livro parte daquilo que acontece no cotidiano das igrejas, das famílias e das periferias — não das caricaturas produzidas à distância. É a vida pública vista a partir do chão da igreja, onde fé, trabalho, sofrimento e esperança se encontram.

O conteúdo

O que este livro revela e por que isso importa agora.

Este não é um livro de respostas prontas, nem de slogans ideológicos. É um percurso.

  • Uma leitura honesta da presença evangélica no Brasil, além das caricaturas ideológicas.
  • O pobre reconhecido como sujeito histórico, não como massa de manobra ou objeto de tutela.
  • Uma crítica clara às narrativas que tratam a fé como ignorância ou alienação.
  • A relação viva entre fé cristã, cotidiano e organização social nas igrejas locais.
  • O contraste entre o Brasil vivido e o Brasil interpretado pelo discurso público.
  • O papel histórico do protestantismo na formação social brasileira.
  • Um confronto respeitoso e firme com leituras marxistas da pobreza.
  • A fé como linguagem de sentido, sobrevivência e enfrentamento da realidade.
  • A vida pública compreendida a partir do chão da igreja.
  • Um convite à maturidade no diálogo público, sem polarização nem ingenuidade.

Para quem é

Este livro é para você que…

Já se cansou de ver a fé cristã reduzida a estereótipos simplistas.

Percebe um abismo entre o que se diz sobre os evangélicos e o que se vive nas igrejas.

Não se reconhece nos polos ideológicos que tentam explicar o Brasil.

Deseja compreender o papel dos pobres além das narrativas de tutela e vitimização.

Busca argumentos sólidos para dialogar com serenidade no espaço público.

Quer pensar fé, sociedade e política sem abrir mão da dignidade humana.

Sente que o debate público perdeu humanidade — e isso precisa mudar.

Acredita que a fé cristã ainda tem algo verdadeiro e relevante a dizer sobre o Brasil.

Foto do livro: Evangélicos — ignorantes, pretos, pobres, pardos periféricos ou protagonistas?

O livro

Sobre o livro

Samuel Silva decidiu publicar este livro a partir da escuta atenta da realidade brasileira, especialmente daquilo que acontece longe dos discursos prontos.

Ele parte do encontro entre fé cristã, pobreza e vida pública para oferecer uma leitura mais honesta sobre o papel dos evangélicos e a dignidade dos pobres no Brasil.

Sem recorrer a slogans ideológicos ou simplificações fáceis, a obra dialoga com a história, a teologia e a experiência concreta das igrejas locais. O objetivo não é defender um polo político, mas recuperar a humanidade do debate e ajudar o leitor a compreender a vida pública a partir do chão da igreja — onde fé, trabalho, sofrimento e esperança se entrelaçam.

Trata-se de um convite à maturidade: pensar o Brasil como ele é, escutar quem costuma ser falado por outros e reconhecer que a fé cristã continua sendo uma linguagem viva de sentido, organização da vida e responsabilidade social.

Prévia gratuita

Acesse o livro em PDF antes do lançamento físico.

O livro físico será lançado neste ano. Mas você já pode acessar agora a versão digital e acompanhar, desde já, a reflexão que dará forma a essa obra.

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Mensagem do autor

Bem-vindo.

Escrevi este livro para recuperar humanidade onde hoje há rótulos. Para olhar o Brasil a partir do chão da igreja, sem caricaturas — com Bíblia, história e responsabilidade.

O trecho em PDF é um convite. Leia com calma, compartilhe com sua comunidade e siga comigo até o lançamento.

— Samuel Silva

Acompanhe: @prsamuelsilva_

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O autor

Sobre o autor

Samuel Silva nasceu no Rio Grande do Norte, é casado com Suely e pai de Samuel Wesley e Joseph — a sua primeira comunidade de amor e responsabilidade. Graduado em Teologia pela Faculdade Unida de Vitória (ES) e pela Escola Antioquia – Vale da Benção (SP), também é pós-graduado em Liderança Missional pela Saint John University (Reino Unido) e mestre em História pela Faculdade Teológica Batista de São Paulo.

Há mais de duas décadas dedica sua vida à mobilização missionária, sempre com o desejo de aproximar fé e realidade, Bíblia e cotidiano, espiritualidade e responsabilidade social. Viveu por dez anos na Inglaterra, período em que conviveu de perto com muçulmanos e se aprofundou no estudo comparado da religião islâmica — uma experiência que ampliou seu olhar sobre cultura, diálogo e missão.

Hoje, Samuel trabalha para formar consciência, fortalecer a igreja e ajudar o Brasil a compreender o valor espiritual e social do povo evangélico.

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